sexta-feira, 13 de abril de 2012

Seleção de Profissionais e Estudantes SAJU/UFRGS!



No G8-G, há 2 vagas para estudantes de Direito, 1 vaga para estudante de Psicologia, 2 para estudantes de outras áreas (exceto Direito) e 2 vagas para advogad@s.

Participe!!!

segunda-feira, 19 de março de 2012

IV Semana de Direitos Humanos do SAJU - painéis e oficinas: PARTICIPE!

O Serviço de Assessoria Jurídica Universitária da UFRGS convida a tod@s para fazer parte da IV Semana de Direitos Humanos, Cidadania e Acesso à Justiça (SDH), no período de 26 a 30 de março. Em sua 4ª edição, a SDH tem o objetivo de trazer à comunidade acadêmica uma visão crítica do Direito, mesclando o saber popular com o acadêmico.
A entrada para o evento é franca. Aos(às) interessad@s , será cobrado o valor de R$ 5,00 pela emissão de certificado com carga horária equivalente a 20h/aula. Para receber o certificado @ participante deverá comparecer a, no mínimo, 4 dias do evento. Para se cadastrar, @ participante deverá enviar um e-mail para sdhsaju@gmail.com informando nome completo, instituição de origem e se deseja ou não o certificado.
Confira a programação no cartaz abaixo!
Fazemos um convite especial para que tod@s compareçam à oficina de sexta-feira (30/03), às 15h, na sala 03 da Faculdade de Direito da UFRGS.
Esta atividade, organizada e coordenada pelo G8-Generalizando, vem propor uma reflexão acerca das mais diversas manifestações e "homenagens" à mulher veiculadas na mídia e compartilhadas nas redes sociais no recente 08 de março.
Contamos com a presença de tod@s @s noss@s parceir@s para que a oficina "A repercussão do 08 de março na mídia e nas redes sociais" seja um espaço para discutir e, é claro, curtir ou não curtir o que rolou pelos meios de comunicação no Dia da Mulher.

domingo, 16 de outubro de 2011

Seminário debate os 5 anos da Lei Maria da Penha

Aconteceu nos dias 15 a 16 de setembro de 2011 no Salão Nobre da Faculdade de Direito da UFRGS o "Seminário 5 Anos da Lei Maria da Penha: desafios e pespectivas"organizado pelo grupo G8-Generalizando. O evento marcou o aniversário de criação da Lei Maria da Penha e debateu acerca do contexto histórico em que a Lei está envolta, bem como sua efetividade, dificuldades de implementação e desafios futuros.

O primeiro painel versou sobre o "Contexto Histórico da Lei Maria da Penha - os lutos e as lutas", e teve por objetivo retratar o contexto histórico de criação da Lei Maria da Penha no Brasil, realizando uma retomada das ondas do feminismo e da contribuição dos movimentos sociais no combate à violência contra a mulher. Estiveram presentes a professora Stela Nazareth Meneghel, professora do PPGenf UFRGS, que trouxe dados e reflexões de sua pesquisa acerca das Rotas Críticas de Mulheres em situação de violência, realizada junto à vara de violência doméstica. Télia Negrão, integrante da Rede Feminista de Saúde e Coletivo Feminino Plural, realizou uma análise da trajetória política do movimento feminista que culminou na aprovação da Lei Maria da Penha. Martha Narvaz, professora da UERGS, compôs a mesa e realizou reflexões acerca dos papéis de gênero e da construção de feminilidades e masculinidades.


O evento contou também com um Grupo de Trabalho intitulado "Tecendo Redes", atividade a construída pelas entidades que compõem a rede de assessoria às mulheres na região de Porto Alegre e metropolitana. O objetivo da atividade foi promover o diálogo e refletir sobre atuações conjuntas na rede. A partir desse encontro, foi criado o grupo de emails "Tecendo Redes Mulher", com o objetivo de ser um canal de diálogo permanente entre as diferentes instituições.

Confira AQUI o relatório completo do GT 'Tecendo Redes'.


O segundo painel abordou "A Lei Maria da Penha e a produção de subjetividades",refletindo sobre os modos como a Lei Maria da Penha vem operando na subjetividade de mulheres e homens. Contou com a participação de Andrea Fachel Leal, doutora em Antropologia Social pela UFRGS, que abordou uma perspectiva da antropologia sobre o modo como a Lei Maria da Penha vem produzindo transformações ou ressignificações nas relações de gênero. Raquel Silveira, psicóloga professora da Uniritter, falou sobre como a Lei Maria da Penha vem operando na subjetividade de mulheres e homens, realizando um recorte étnico na análise da violência contra a mulher. Nos brindou com sua participação também Carla Marrone Alimena, ex-advogada do G8-Generalizando, mestre pela PUCRS e UFRGS, refletindo sobre o discurso jurídico e o acesso à justiça na violência de gênero.


O painel de encerramento abordou "A aplicação da Lei Maria da Penha no contexto gaúcho", e teve por objetivo retratar os desafios da aplicação da Lei Maria da Penha no que tange a realidade gaúcha. Contou com a participação do Juiz Roberto Arriada Lorea, da Vara de Violência Doméstica de Porto Alegre, que realizou uma reflexão sobre o ciclo da violência, utilizando como dispositivo de debate o filme "Te doy mis ojos". O painel contou ainda com a participação da advogada Rudinéia de Souza, do Centro de Referência da Mulher Vânia Araújo, refletindo sobre o dia-a-dia no acolhimento de mulheres vítimas de violência e sobre a efetividade das estruturas de assistência à mulher. E com a participação da delegada Nadine Tagliari Farias Anflor, delegada titular da Delegacia da Mulher de Porto Alegre, nos trazendo uma reflexão com base nos dados e índices da violência no estado do Rio Grande do Sul.

O G8-Generalizando agradece a todos e a todas que estiveram conosco trocando reflexões e experiências sobre o combate à violência contra mulher!

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Processo seletivo de advogad@s voluntári@s está aberto!

Duas vagas para advogad@s voluntári@s estão disponíveis no G8-Generalizando!

O processo seletivo ocorrerá em 2 etapas:

- dia 10/10/11, segunda-feira, às 19h30min, na sede da Faculdade de Direito da UFRGS (Avenida João Pessoa, 80): Prova constituída de questões sobre Processo Civil (com consulta à legislação) e sobre o Estatuto do SAJU (disponível em www.ufrgs.br/saju)

- dia 14/10/11, sexta-feira, às 14 horas, na Faculdade: entrevista com os candidatos a ser realizada pelo grupo.

Inscrições podem ser feitas pelo e-mail selecaosaju@gmail.com, até dia 07/10. Esperamos por você!







segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Convite: Lançamento livro "Homossexualidades e Direitos Sexuais"

O G8-Generalizando reforça a tod@s o convite para o lançamento do livro "Homossexualidades e Direitos Sexuais" e da Palestra "Garantir conquistas e não retroceder" de realização do parceiro nuances - grupo pela livre expressão sexual.

O evento acontece no dia 18 de outubro, terça-feira, às 19h no Memorial do RS!
Esperamos você lá!



domingo, 11 de setembro de 2011

INSCRIÇÕES: Seminário 5 anos da Lei Maria da Penha

Faça sua inscrição prévia para o Seminário 5 Anos da Lei Maria da Penha, que ocorre nos dias 15 e 16 de setembro no Salão Nobre da Faculdade de Direito da UFRGS! Inscrições também serão feitas no dia e local do evento, mas garanta já a sua!


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Seminário de 5 Anos da Lei Maria da Penha!

O grupo G8-Generalizando vem convidar a todos e a todas para o Seminário 5 Anos da Lei Maria da Penha: desafios e perspectivas a realizar-se nos dias 15 e 16 de setembro no Salão Nobre da Faculdade de Direito da UFRGS.

O evento marca o aniversário de criação da Lei Maria da Penha e vem debater acerca do contexto histórico em que ela está envolta, bem como sua efetividade, dificuldades de implementação e desafios futuros.


Confira abaixo a programação completa clicando na imagem!


terça-feira, 30 de agosto de 2011

Nova data para seleção de advogadas/os voluntárias/os

Buscando ampliar o acesso das/os profissionais à seleção do SAJU/UFRGS, o prazo para inscrições e processo seletivo foi modificado.
Assim sendo, interessadas/os em atuar no G8-Generalizando como advogadas/os voluntárias/os podem se inscrever pelo e-mail selecaosaju@gmail.com até dia 02 de setembro.

O processo seletivo ocorre em duas etapas:
- prova acerca do estatuto do SAJU e questão específica da área de atuação do grupo, a ser realizada no dia 05 de setembro, segunda-feira, às 11h e 30 min, na sede do SAJU (Av. João Pessoa, 80).
- entrevista, a ser realizada no dia 09 de setembro, sexta-feira, no horário do grupo (14 às 18 horas).
Para maiores informações sobre a seleção, acesse o edital em www.ufrgs.br/saju

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

G8-G abre 2 vagas para advogad@s voluntári@s!

O grupo de assessoria e assistência jurídica universitária G8-Generalizando, do SAJU/UFRGS, tem o prazer de anunciar a seleção de 02 nov@s advogad@s !
O processo seletivo compreende duas etapas:
- uma prova unificada, que será realizada no dia 22 de agosto (segunda-feira), a partir das 11h 30min, na sede do SAJU (Av. João Pessoa, 80).
- uma entrevista, prevista para o dia 26 de agosto, no horário do grupo (14h às 18h)
As inscrições podem ser efetuadas através do e-mail selecaosaju@gmail.com até
22h do dia 21 de agosto.
Para maiores informações sobre a seleção, acesse o edital em www.ufrgs.br/saju
Clique na imagem para ampliá-la

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Sucesso de "Meio-dia contra a homofobia"

Na Esquina Democrática de Porto Alegre, o Dia do Orgulho LGBT, definitivamente, não passou em branco. O vermelho, o laranja, o amarelo, o verde, o azul e o roxo da bandeira LGBT deram ao centro da cidade a cor e a atenção que a data pedia.
A organização da manifestação "Meio-dia contra a homofobia", proposta pelo G8-Generalizando, foi abraçada pelos grupos SOMOS - Comunicação, Saúde e Sexualidade; Nuances, Igualdade RS, Liga Brasileira de Lésbicas, Coletivo LGBT da UFRGS e Nupsex.
Aproveitou-se o 28 de junho para reagir às últimas ações de movimentos conservadores articulados contra a aprovação do PLC 122 e a distrubuição do kit anti-homofobia nas escolas.

Leia, abaixo, o texto que foi distribuído, em forma de panfleto, durante o ato:

Recentemente, temos assistido a ataques contínuos de alguns setoreconservadores contra o kit anti-homofobia (que resultou no veto presidencial quanto à sua distribuição) e contra o Projeto de Lei 122, que propõe a criminalização da transfobia, lesbofobia e homofobia. Além disso, tramitam no Congresso projetos como o do Deputado Federal Paes de Lira (PTC-SP), que pretende revogar a resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe os psicólogos de tratar a homossexualidade como doença.

Diante disso, é necessário pensar nos riscos que tais medidas representam para a manutenção de um Estado laico, como assegurado pela Constituição. Não se trata de um Estado ateu, ideologicamente oposto às religiões, mas um Estado que garanta a liberdade de crença e não-crença a todos/as os/as cidadãos/cidadãs, e onde as decisões políticas não sejam determinadas por crenças religiosas. A interferência da bancada religiosa para a não-aprovação de instrumentos garantidores de direitos básicos à população LGBTTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersex) demonstra que estamos longe de atingir a separação entre religião e Estado. Por isso, nos mobilizamos no dia de hoje pela aprovação do Projeto de Lei 122 que criminaliza a homofobia e contra o veto do kit anti-homofobia nas escolas.

O PLC 122 altera a legislação que existe para impedir a discriminação de pessoas por causa de sua raça ou cor. A proposta pretende estender esses direitos às vítimas de preconceito por seu “gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero”. Assim, esse seria um meio de combater as inúmeras violências que sofre a população LGBTTI diariamente no Brasil, com alto índice de espancamentos e assassinatos. O objetivo do projeto não é censurar o livre pensamento, ele é apenas um instrumento necessário para garantir os direitos humanos mais básicos da população LGBTTI, proibindo qualquer “ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”.

O kit anti-homofobia, por sua vez, é um material criado para enfrentar a violência, exclusão, humilhação e discriminação que os/as jovens LGBTTI sofrem todos os dias nas escolas brasileiras. Sabe-se que a construção de noções de identidade e valor pessoal se dá, também, pela imagem que os outros fazem de nós. Dessa forma, longe de fazer propaganda de qualquer “estilo de vida” ou prática sexual (como afirmam muitos setores conservadores), o kit de combate à homofobia pretende que os/as jovens LGBTTI possam se reconhecer e ser reconhecidos/as como sujeitos dotados de igual dignidade, valor e humanidade. Venha lutar conosco contra a homofobia e toda forma de retrocesso!



Confira também as fotos da manifestação:









Fotos Bruna Cabrera/ SOMOS